Pesquisa da Confederação Nacional dos
Trabalhadores na Agricultura aponta que em 36% das cidades do Rio Grande do
Norte circula mais dinheiro proveniente dos benefícios pagos pelo INSS do que
pelo FPM
As cenas de aposentados aguardando benefícios
previdenciárias em agências bancárias fazem parte do cotidiano do interior do
Rio Grande do Norte. E é este dinheiro que sustenta boa parte do comércio e dos
serviços nos rincões potiguares. Isso se
explica pelo fato que a soma dos recursos para a aposentadoria rural ser maior
que os repasses anuais para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 60
das 167 prefeituras norte-rio-grandenses, segundo dados apurados pela
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

















































