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quinta-feira, 30 de julho de 2015

TJ oficializa devolução dos primeiros PMs e afirma que não pode bancar salários!

Não há disponibilidade orçamentária do Judiciário para cobrir essa despesa com PMs.
Presidente do Tribunal de Justiça do RN, o desembargador Cláudio Santos encaminhou documento ao governador Robinson Faria, nesta quarta (28), oficializando a devolução dos primeiros 20, de um total de 50 policiais militares, que retornam à corporação seguindo um cronograma “devidamente aceito por Vossa Excelência em contato com este Presidente”, como declara o magistrado.

Também está definida a situação dos 72 policiais militares que permanecerão no TJ, em pleno acordo com o Executivo, poder ao qual eles fazem parte e que por lei é responsável pelo seu pagamento. Afirma que não há disponibilidade orçamentária do Judiciário para cobrir essa despesa.

Reconhece o déficit de policiais e a “iminente necessidade de reforço no policiamento ostensivo em nosso Estado. De outro lado, a Polícia Militar é uma instituição destinada a manutenção da ordem pública do Estado, incluindo a necessidade de incolumidade de magistrados, servidores, promotores, advogados, defensores públicos e da população que frequentam os fóruns espalhados em todo o Estado”.

Reafirma que a função dos PMs no Judiciário é de segurança pública e não de vigilância, necessária para a proteção de magistrados e servidores que atuam sobretudo em processos e câmaras criminais.

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